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A vida às vezes é agridoce.

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Ontem eu li essa frase em um post da Paula Abreu e achei uma das melhores definições que já vi. Foi um momento de epifania no melhor estilo EUREKA! É simples assim: a vida às vezes é agridoce! Para pessoas sem meio termo como eu, chegadas a um 8 ou 80, tudo preto no branco, lidar com o agridoce é um desafio hercúleo. Gostamos das coisas bem definidas e nada mais indefinido do que o tal do agridoce. Há quem goste, a quem odeie, mas seja lá de qual lado estejamos, nunca é possível definir exatamente o que nos atrai ou o que nos repele no agridoce. Em tantos momentos a vida é exatamente assim: simplesmente não compreendemos. Não compreender é estar meio vendido, meio vulnerável, meio achado e meio perdido. Engraçado que para esses momentos, fé e medo se apresentam à nossa frente e como tudo na vida, basta-nos escolher. A quem escolhe o medo o momento passa a ser mais agri e menos doce. Nessa perspectiva, todas  as dificuldades dobram de tamanho, as incertezas abalam até nossas certezas e um gosto amargo sinaliza tempos difíceis. A quem escolhe a fé, o momento passa a ser menos agri e mais doce. Nessa perspectiva, todas as dificuldades ganham um tom instigante de desafio, as incertezas nos conectam com o fluxo da vida e uma coisa em nós nos diz que vai ficar tudo bem e lá no fundo um gosto doce sinaliza dias melhores logo ali mais adiante. A vida é mesmo, em tantos e tantos momentos, agridoce. A nós, cabe escolher bem os acompanhamentos e saborear porque no fim, tudo passa! E que dos momentos agridoces fiquem doces lembranças!

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